Beautiful days
Estava até com medo de clicar nesta página... Depois de três meses de ausência, não sabia nem se ia encontrar um aviso de "blog desativado" ou coisa parecida. A ausência não tem perdão, porque assunto teve. Vamos a um resumão:
- Terminei a bendita tradução do livro. Duas noites em claro depois de um dia de recarregar as baterias no Mosteiro de S. Bento em Vinhedo e consegui dar à luz meu primeiro "filho". Daqui a pouco deve estar publicado, provavelmente com o nome de Moda e Seu Papel Social pela Ed. Senac;
- Fui entrevistada no dia 21 de dezembro pelo SP TV no meio da Av. Paulista. Algumas perguntas nem um pouco tendenciosas, como: "Você acha que aqui em São Paulo dá pra notar bem a mudança das estações ou é tudo meio confuso?", seguidas das obviedades esperadas. O mais deprimente é que um monte de gente viu, me ligou, comentou... Eu aqui me matando pra fazer cinema e acabo tendo projeção com uma coisa dessas. Ninguém merece;
- Passei o ano novo no Espírito Santo com o Rodrigo, a Bethania e sua maravilhosa turma, ou seja: comecei bem 2006;
- O título do post entrega: fui ao show do U2. Fiquei 7 horas na fila, coisa que não teria feito se tivesse que comprar ingresso só pra mim, mas vá lá, era uma turma... No fim valeu, mas tanto frenesi por causa de uma banda de rock, por melhor que seja, é mesmo uma insanidade. Mas, tá bom, o show mesmo foi inesquecível;
- Fiz um curso maravilhoso sobre as narrativas da Paixão de Cristo nos quatro Evangelhos. Não posso, mesmo, viver sem contemplação;
- A vida anda muito bem de amigos, a espiritualidade está melhor, o trabalho está escasso, o bolso está sangrando e eu tenho vontade de enfiar a cabeça na areia e me esconder. Se alguém estiver precisando de tradutora e intérprete, professora de inglês e português para estrangeiros ou atriz REMUNERADA (bom enfatizar) por favor me avise. Vou estudar até uma comissão; :)
- Finalmente: a todos, obrigada pelos comentários. Vou tentar escrever outro post antes de junho e não privá-los de novo desta cultura inútil que é a leitura do Trinta e Três.
Escrito por Cris às 21h59
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